O laxante ainda não funcionou. E agora?
É mais comum do que parece, e quase nunca significa que o preparo falhou. Os dois laxantes têm tempos diferentes.
O Muvinlax, na dose do preparo, varia bastante. Algumas pessoas começam a evacuar em 2 a 4 horas; em outras demora mais, dependendo da alimentação prévia, do trânsito intestinal e da quantidade de líquido ingerida. O efeito pode começar nas próximas horas, mas também pode demorar até 24 horas.
O Dulcolax é mais lento: age entre 6 e 12 horas depois de tomado. Por isso, a dose das 14h pode continuar fazendo efeito até a noite.
Beber líquido ajuda de verdade. Os dois laxantes precisam de água para funcionar. Se você ainda não chegou perto dos 2 litros, comece agora — é a coisa mais útil que você pode fazer neste momento.
Se o intestino não responder de jeito nenhum, avise a equipe antes do exame.
Vomitei ou passei mal com o laxante. O que devo fazer?
Não repita ou aumente a dose do laxante por conta própria. Se você apresentou náusea ou vômito, pode utilizar a medicação para enjoo que já costuma usar e sabe que pode tomar.
Se vomitou, teve mal-estar importante ou não conseguiu completar o preparo, fale com a nossa equipe pelo WhatsApp. Vamos entender o que aconteceu e orientar como prosseguir.
Isso não significa necessariamente que o exame precisará ser suspenso.
Estou com cólica. Posso tomar alguma coisa?
Pode. Tome as medicações que você já está acostumada — Buscopan, dipirona, paracetamol e semelhantes.
A cólica é uma reação esperada do laxante: a bula do Dulcolax lista cólica e dor abdominal como reações comuns, em mais de uma a cada cem pessoas.
Tenho doença inflamatória intestinal. Muda alguma coisa no preparo?
Sim. Se você tem doença de Crohn, retocolite ulcerativa ou outra doença inflamatória intestinal, prefira o Muvinlax ao Dulcolax. E avise a equipe antes do exame.
Os dois laxantes funcionam de maneiras diferentes.
O Muvinlax é um laxante osmótico: ele puxa água para dentro do intestino e a mantém ali. As fezes ficam mais moles e volumosas, e caminham por conta disso. Ele age sobre o conteúdo do intestino, não sobre a parede.
O Dulcolax é um laxante estimulante: age na parede do intestino, provocando contrações para empurrar o conteúdo. Em quem tem a mucosa inflamada, esse estímulo pode ser mais incômodo.
Por isso, na doença inflamatória intestinal, o caminho osmótico costuma ser o mais confortável.
Tenho dificuldade para evacuar e não consegui completar o preparo. Ainda posso fazer o exame?
Sim. Não suspenda o exame por conta própria.
Avise nossa equipe sobre o que conseguiu e o que não conseguiu realizar. Algumas etapas do preparo contribuem diretamente para a qualidade das imagens e, quando não são realizadas, podem existir limitações na avaliação.
Vamos realizar o exame respeitando seus limites e buscando as melhores condições possíveis.
Precisa mesmo usar Buscopan na ressonância?
Sim. O Buscopan é uma etapa importante do nosso protocolo. Ele ajuda a diminuir os movimentos do intestino e as contrações do útero durante o exame, reduzindo artefatos e permitindo obter imagens mais nítidas e detalhadas.
Por isso, quando não houver contraindicação, seu uso contribui significativamente para a qualidade da ressonância.
O Buscopan do exame é aplicado na veia, dentro da sala, pela equipe de enfermagem. Não é o comprimido que se toma em casa: a forma oral não substitui a intravenosa para essa finalidade.
Tenho alergia ou não posso usar Buscopan. Ainda posso fazer a ressonância?
Sim. Se você tem alergia, contraindicação ou já apresentou alguma reação ao Buscopan, avise nossa equipe.
O Buscopan é uma etapa importante do nosso protocolo porque ajuda a diminuir os movimentos do intestino e as contrações do útero, reduzindo artefatos e contribuindo para imagens mais nítidas.
Mas a impossibilidade de utilizá-lo não significa que seu exame precise ser cancelado.
Tenho muita dor na relação e medo do ultrassom transvaginal. O que faço?
Avise antes de começarmos. Essa informação é muito importante para que possamos conduzir o exame com ainda mais cuidado.
Você pode comunicar qualquer desconforto e pedir uma pausa sempre que precisar.
Se a realização da etapa transvaginal não for possível ou não for desejada, podemos conversar sobre a ressonância magnética como alternativa para a investigação da endometriose.
O exame dói?
Pode haver algum desconforto, principalmente se você já apresenta dor na região que está sendo avaliada.
Durante todo o exame, você pode nos avisar se estiver sentindo dor, pedir uma pausa ou dizer que não deseja continuar determinada etapa.
Seus limites serão sempre respeitados.
Sou virgem. Posso fazer o ultrassom para pesquisa de endometriose?
Neste caso, prefiro a ressonância magnética. O protocolo de ultrassonografia para mapeamento da endometriose inclui uma etapa transvaginal, importante para uma avaliação detalhada da pelve.
Para pacientes que nunca tiveram relação sexual com penetração vaginal, optamos por não realizar essa etapa.
A ressonância magnética é, então, nossa preferência para a investigação da endometriose.
Por que pode ser utilizado gel vaginal durante o exame?
O gel vaginal pode ser utilizado tanto na ultrassonografia quanto na ressonância magnética. Ele distende suavemente a vagina, facilitando a visualização de suas paredes e das estruturas ao redor.
Isso permite avaliar com mais detalhe pequenos implantes de endometriose na parede vaginal ou próximos à vagina, além de alterações da própria vagina, como algumas malformações.
Mesmo alterações pequenas podem ficar mais evidentes com o uso do gel.
Por que pode ser utilizado soro no reto durante a ressonância?
Na ressonância magnética, podemos utilizar uma pequena quantidade de soro no reto, geralmente entre 90 e 120 ml.
O soro promove uma leve distensão, permitindo avaliar com mais detalhe as paredes do intestino e as estruturas ao redor, o que pode ser especialmente útil na investigação da endometriose.
Não é uma lavagem intestinal. É apenas uma pequena quantidade de líquido utilizada para melhorar a avaliação durante o exame.
Se já fiz o preparo intestinal, por que preciso do enema?
Mesmo com o preparo bem realizado, o intestino continua funcionando e pode haver resíduos no reto no momento do exame.
O enema ajuda a esvaziar essa porção final do intestino, melhorando as condições para uma avaliação mais detalhada da pelve.
Como queremos aproveitar seu efeito próximo ao horário do exame, preferimos que seja aplicado no próprio local, pela nossa equipe de enfermagem.
Quero fazer o enema em casa. Posso?
Sim. Se você se sente mais confortável fazendo o enema em casa, não há problema.
Procure realizá-lo o mais próximo possível do horário do exame, para aproveitarmos melhor o seu efeito.
Mesmo fazendo em casa, chegue à clínica com pelo menos 20 minutos de antecedência, para realizar sua ficha e se preparar com tranquilidade.
Preciso estar com a bexiga cheia?
Não precisa chegar com a bexiga cheia. O exame começa com a bexiga vazia, mas precisamos que ela encha gradualmente durante a avaliação, pois isso também faz parte do exame.
Por isso, continue bebendo água antes de entrar na sala. O ideal é beber cerca de 4 a 6 copos de água ao chegar à clínica.
Assim, conseguimos acompanhar a bexiga em diferentes momentos e realizar uma avaliação mais completa.
Não quero fazer alguma etapa do preparo. Preciso suspender o exame?
Não. Você não precisa suspender o exame. Seus limites e suas escolhas serão sempre respeitados, e você pode optar por não realizar qualquer etapa do preparo.
É importante apenas compreender que algumas etapas contribuem diretamente para a qualidade das imagens e para a precisão do exame. Quando não são realizadas, a avaliação de algumas estruturas pode ficar limitada e a acurácia do método pode ser reduzida.
Avise nossa equipe sobre o que não conseguiu ou não deseja realizar.
Se estiver em dúvida antes do exame, fale com a gente pelo WhatsApp.
Meu exame é às 17h. Posso tomar o laxante mais tarde?
Não. Os horários são fixos — 8h e 14h — independentemente do horário do exame. Adiar o preparo para “compensar” o horário do exame pode prejudicar o planejamento do preparo e fazer o efeito do laxante ocorrer mais tarde, inclusive durante a madrugada.
Preciso suspender alguma medicação?
Na ultrassonografia, mantenha suas medicações habituais, inclusive ferro e vitaminas. Na ressonância magnética, o ferro oral deve ser suspenso 7 dias antes. As demais medicações seguem normalmente. Se não conseguiu suspender o ferro, avise a equipe.
O que posso beber no dia do exame?
Durante o período de jejum para sólidos, estão liberados líquidos sem lactose, como água, água de coco, chá, café sem leite, suco coado e isotônico.
Posso comer ovo?
Pode. Ovo não tem fibra: 1 ovo inteiro por dia, cozido ou mexido sem gordura. Se quiser consumir uma quantidade maior, prefira acrescentar claras. Se você costuma sentir desconforto com ovo, pode preferir ficar só na clara — mas é escolha sua.
Posso treinar no dia do preparo?
Pode, desde que se sinta bem. Prefira a manhã, mantenha a intensidade leve a moderada e mantenha uma boa hidratação. Se sentir fraqueza, tontura, cólica forte ou mal-estar, deixe o treino para depois do exame.
Posso tomar whey e creatina?
Se você já utiliza whey, prefira versões isoladas ou hidrolisadas e preparações simples, sem ingredientes ricos em fibras — de preferência sabor neutro ou baunilha. Evite versões concentradas ou produtos com maior teor de lactose durante esta fase, conforme a composição do rótulo. Se você já utiliza creatina regularmente, pode manter o uso habitual.
Meu exame não é para investigar endometriose. Preciso mesmo fazer o preparo?
Sim, se o preparo foi orientado para o seu exame. Ele pode fazer parte de diferentes avaliações do abdome e da pelve, não apenas da investigação da endometriose. Reduzir resíduos e gases intestinais favorece melhores condições para a avaliação das estruturas da região.
Na investigação da endometriose, esse cuidado é especialmente importante, e o ideal é seguir todas as etapas do preparo o máximo possível.
Por isso, sempre que puder, faça o preparo completo conforme as orientações. Se tiver dificuldade com alguma etapa ou não conseguir realizá-la, entre em contato com nossa equipe para receber orientação.
Para investigar endometriose, qual é melhor: ultrassonografia ou ressonância magnética?
Os dois exames têm excelente capacidade de avaliação e resultados muito semelhantes quando realizados com protocolos específicos e por profissionais experientes.
Na verdade, ultrassonografia e ressonância magnética se complementam. Cada método tem suas particularidades e pode trazer informações diferentes sobre a doença.
No cenário ideal, ter informações dos dois métodos pode ser muito interessante, mas isso não significa que toda paciente precise realizar os dois.
O melhor exame é aquele mais adequado à sua história, aos seus sintomas e ao que precisamos investigar.
Se estiver em dúvida, fale com nossa equipe para entendermos seu caso e ajudarmos a orientar qual exame seguir.
Qual a diferença entre a ultrassonografia e a ressonância?
A dieta e o laxante do dia anterior são idênticos. O que muda é o preparo do dia: na ultrassonografia você leva o enema e ele é aplicado na clínica pela equipe de enfermagem feminina; na ressonância, você usa o supositório de glicerina em casa, duas horas antes. Muda também o ferro oral, suspenso 7 dias antes só na ressonância.
Já fiz ultrassom ou ressonância e não apareceu endometriose. Preciso repetir?
Depende do seu caso. A investigação da endometriose exige uma avaliação direcionada, com protocolo específico e atenção a diferentes regiões da pelve e do abdome.
Se os sintomas persistirem ou houver dúvida clínica, uma nova avaliação pode ser indicada.
Sempre traga seus exames anteriores, para que possamos comparar os achados.
Minha dor não é forte. Ainda assim posso ter endometriose?
Sim. A intensidade da dor nem sempre corresponde à extensão da endometriose. Algumas mulheres podem apresentar poucos sintomas e ter alterações identificadas nos exames, enquanto outras apresentam dor importante com doença menos extensa.
Por isso, avaliamos o conjunto: sua história, seus sintomas e os achados de imagem.
O exame consegue avaliar endometriose no intestino e na bexiga?
Sim. O mapeamento da endometriose vai muito além da avaliação do útero e dos ovários.
Também avaliamos regiões como intestino, bexiga, ureteres e diferentes compartimentos da pelve, além de outras estruturas incluídas no protocolo.
O objetivo é entender não apenas se existem sinais da doença, mas onde ela está e quais estruturas podem estar envolvidas.
Se o exame não mostrar endometriose, significa que eu não tenho a doença?
Não necessariamente. Os exames de imagem são muito importantes na investigação da endometriose, mas um dos seus principais objetivos é mapear a localização e a extensão da doença, ajudando o médico a definir a melhor conduta.
O diagnóstico da endometriose também leva em consideração sua história, seus sintomas e a avaliação clínica realizada pelo médico que acompanha você.
Além disso, formas iniciais ou lesões muito pequenas e superficiais podem não ser identificadas pelos métodos de imagem.
Por isso, um ultrassom ou uma ressonância sem sinais de endometriose não deve ser interpretado isoladamente como exclusão da doença.
O exame consegue mostrar todos os focos de endometriose?
Nem sempre. Ultrassonografia e ressonância magnética são excelentes métodos para o mapeamento da endometriose, mas lesões muito pequenas, superficiais ou formas iniciais da doença podem não ser identificadas pelos métodos de imagem.
Nosso objetivo é procurar sinais da doença e, principalmente, avaliar sua localização, extensão e relação com os órgãos e estruturas ao redor.
A ressonância para endometriose sempre precisa de contraste?
Não necessariamente. A necessidade do contraste depende do protocolo e do que precisa ser investigado em cada paciente.
Quando houver indicação, explicaremos essa etapa. Se você já apresentou alguma reação ao contraste ou possui alguma condição que considere importante, informe nossa equipe.
Quanto tempo dura o exame?
A ultrassonografia dura em torno de 40 minutos de exame; na ressonância magnética, a aquisição das imagens dura de 30 a 40 minutos. Considere também algum tempo adicional para as etapas realizadas antes e depois do exame.
Estou menstruada. Posso fazer o exame para endometriose?
Sim. A menstruação não impede a realização do exame. Tanto a ultrassonografia quanto a ressonância magnética podem ser realizadas durante o período menstrual.
Se o fluxo estiver muito intenso ou você estiver muito desconfortável, avise nossa equipe para que possamos orientar você.
Uso anticoncepcional, DIU ou outro hormônio. Preciso suspender?
Não suspenda seu anticoncepcional ou tratamento hormonal por conta própria. Em geral, essas medicações podem ser mantidas normalmente para a realização do exame.
Informe qual hormônio utiliza, há quanto tempo e se possui DIU. Essas informações também são importantes para a interpretação do seu exame.
Estou com sangramento. Isso atrapalha o exame?
Na maioria das vezes, não. Pequenos sangramentos ou escapes geralmente não impedem a realização do exame.
Se o sangramento for intenso, diferente do habitual ou estiver acompanhado de algum sintoma importante, avise nossa equipe antes do exame.
Preciso tirar tudo o que tem metal?
Só na ressonância. O aparelho é um ímã gigante, ligado o tempo todo, então nada de zíper, botão, colchete de sutiã, fivela ou bijuteria. Você recebe um avental, mas pode ficar com a sua roupa por baixo, desde que não tenha metal. No ultrassom não há essa restrição. Nos dois exames, venha de meia e traga blusa de frio.
Tenho claustrofobia. Consigo fazer a ressonância?
Muitas pacientes com claustrofobia conseguem realizar o exame, principalmente quando a equipe sabe disso antecipadamente e pode orientar cada etapa com mais tranquilidade.
Se você tem medo de ambientes fechados, já interrompeu uma ressonância anteriormente ou acredita que terá muita dificuldade, avise nossa equipe antes do exame.
Se isso fizer você se sentir mais segura, pode levar um acompanhante. Apenas nos avise para que a equipe possa orientar vocês.
Preciso levar acompanhante?
Não é necessário acompanhante para a ultrassonografia nem para a ressonância magnética. Se houver alguma necessidade individual, converse previamente com a equipe.
Tenho vergonha ou estou ansiosa com alguma etapa. Posso conversar com vocês antes?
Claro. Você não precisa chegar ao exame com uma dúvida ou um medo guardado.
Nosso papel também é explicar o que será feito, por que aquela etapa é importante e o que você pode esperar.
Se alguma orientação estiver deixando você insegura ou se houver alguma etapa que você não queira realizar, fale com a nossa equipe pelo WhatsApp.
Queremos que você chegue ao exame informada, preparada e sabendo que seus limites serão respeitados.
Não consegui fazer o preparo completo. Devo ir mesmo assim?
Não decida sozinha. Ligue antes de sair de casa: dependendo do que faltou, o exame pode ser feito, ajustado ou reagendado — e essa escolha muda a qualidade do seu laudo.
Posso dirigir, trabalhar e voltar à minha rotina depois do exame?
Na maioria das vezes, sim. Após a ultrassonografia ou a ressonância realizada sem sedação, você geralmente pode retomar suas atividades habituais.
Pode haver algum desconforto relacionado ao preparo intestinal ou às etapas do exame. Respeite como estiver se sentindo naquele dia.
Quando fico com o resultado?
Ultrassonografia: o laudo é entregue no mesmo dia. Como o exame é realizado e interpretado pela médica durante a própria aquisição das imagens, a avaliação acontece em tempo real.
Ressonância magnética: o laudo não é entregue no mesmo dia. O prazo é informado no agendamento.
Já operei. O que preciso levar?
Se você já realizou alguma cirurgia abdominal ou pélvica, traga, se tiver, o relatório ou descrição cirúrgica, o resumo de alta e o resultado da biópsia/anatomopatológico.
Esses documentos ajudam a entender o que foi encontrado durante a cirurgia, quais estruturas foram abordadas e o que já foi tratado.
Isso é importante tanto nos exames para investigação ou acompanhamento da endometriose quanto na avaliação de outras alterações do abdome e da pelve.
Quais exames anteriores devo levar?
Traga todos os exames anteriores relacionados ao abdome e à pelve, mesmo que tenham sido realizados por outro motivo. Ultrassonografias, ressonâncias magnéticas, tomografias, colonoscopias e outros exames ou procedimentos anteriores podem trazer informações importantes para comparação e para entendermos melhor a sua história.
Se possível, traga o laudo e também as imagens ou o acesso digital a elas.
Isso é importante tanto na investigação da endometriose quanto na avaliação de outras alterações do abdome e da pelve.
Meu exame anterior mostrou endometriose. Preciso levar as imagens ou somente o laudo?
Se possível, traga os dois. O laudo é importante, mas ter acesso às imagens anteriores permite comparar diretamente os achados e avaliar possíveis mudanças ao longo do tempo.
Se as imagens estiverem disponíveis pela internet, aplicativo, CD ou outro sistema, traga também os dados necessários para acessá-las.
Sobre as suas medicações
Não suspenda medicamentos de uso habitual por conta própria. Se você utiliza medicações que exigem cuidados específicos durante o jejum ou o preparo intestinal, ou tem alguma condição clínica que exija orientação individualizada, informe a equipe antes do exame.